Estudando o mecanismo de infecção do vírus da hepatite B em fígados artificiais.

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Créditos da imagem: Ortega-Prieto et al., 2018.

Os órgãos artificiais ou as tecnologias de organ-on- a-chip, simulam a composição e a fisiologia celular de um órgão inteiro. Eles atuam como alternativas aos modelos animais em testes de segurança de drogas, mas até agora não foram usados para testar como as doenças infecciosas interagem com os órgãos e quais os efeitos celulares das infecções virais nas células destas pequenas estruturas.
Agora, pesquisadores do Imperial College de Londres estão usando essa tecnologia para determinar como os agentes patogênicos interagem com órgãos artificiais. Eles esperam que isso nos ajude a entender melhor a doença resultante e a desenvolver novos tratamentos.
Com mais de 240 milhões de pessoas infectadas, o vírus da hepatite B (HBV) é uma grande preocupação das políticas de saúde pública. Até o momento, a incapacidade de imitar a complexidade do fígado usando linhagens celulares imortalizadas ou cultura primária representam limitações significativas para estudar as interações patógenos/hospedeiro. Neste trabalho, foi utilizado um sistema de microfluidica artificial para criação e manutenção de um “fígado in vitro”, através de hepatócitos primários humanos, o que permitiu aos pesquisadores entender melhor todo mecanismo de infecção do vírus da hepatite B.

Veja todo trabalho no paper em anexo:

3D microfluidic liver cultures as a physiological preclinical tool for hepatitis B virus infection

Keywords: #organ-on- a-chip #bioengenharia #HBV #fígado